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COAUTORIA EM OBRA DE REFERÊNCIA

FABRICAÇÃO DE TINTAS E VERNIZES — CAPÍTULO EM LIVRO

Coautoria em Obra de Referência: Processo de Fabricação de Tintas

Tintas & Vernizes — Ciência e Tecnologia

OBRA
Tintas & Vernizes — Ciência e Tecnologia
CAPÍTULO
17 · Processo de Fabricação
AUTORES
Ricardo Bernardo Kairalla, Ana Lúcia Cardoso Gianfardoni, Paulo Sérgio do Prado e Paulo Cezar Maziero Tiano
PUBLICAÇÃO
ABRAFATI · 2ª edição · Volume 2 · 1995
PÁGINAS
789–850
ISBN
85-85734-09-4

Uma obra de referência para o setor

Editada pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas — ABRAFATI, a obra reúne conhecimento técnico essencial sobre a ciência, a tecnologia e a produção de tintas e vernizes. No Volume 2, o capítulo 17 registra a contribuição de Paulo Cezar Maziero Tiano como coautor no tema “Processo de Fabricação”.

O capítulo transforma experiência de chão de fábrica em conhecimento organizado, conectando formulação, equipamentos, variáveis de processo, produtividade e consistência industrial.

Capa do Volume 2 da segunda edição do livro Tintas e Vernizes — Ciência e Tecnologia
Capa do Volume 2 · 2ª edição · ABRAFATI
Página inicial do capítulo 17, Processo de Fabricação, com a relação dos quatro autores
Abertura e sumário do capítulo 17 · páginas 789–850

Do laboratório ao processo industrial

Uma tinta tecnicamente bem formulada só se torna um produto confiável quando o processo industrial preserva suas propriedades lote após lote. O capítulo aborda justamente essa passagem: da seleção dos equipamentos e das bases de moagem ao controle das operações que determinam dispersão, acabamento e desempenho.

CONTEÚDO TÉCNICO

As etapas que constroem a qualidade

  • pré-mistura, dispersão em disco de alta velocidade e variáveis do processo;
  • moinhos de bolas, verticais e horizontais, seus princípios, vantagens e limitações;
  • eficiência da dispersão, agentes e formulação das bases de moagem;
  • completagem, problemas operacionais, aparelhos de agitação e tipos de agitadores;
  • considerações econômicas, produtividade e critérios para a tomada de decisão industrial.
Uma boa formulação nasce no laboratório. Um produto consistente nasce quando essa formulação domina o processo industrial.